
No dia doze de novembro,
A terra de Timor-Leste chora em silêncio,
Guardando nas suas entranhas
Ecos de passos que nunca se apagam.
Jovens ergueram seus sonhos ao céu,
Caminharam com coragem no peito,
Mas em Santa Cruz, o chão sagrado
Bebeu lágrimas, dor e sacrifício.
Ali onde florescia a esperança,
A liberdade brilhou como chama viva,
Mesmo diante da escuridão e do medo,
O espírito do povo jamais se rendeu.
A memória vive — não se apaga,
Corre no sangue desta nação,
E sussurra às novas gerações
Histórias de luta, fé e união.
E quando o sol nasce sobre Timor,
Traz consigo luz e renascimento,
Como promessa viva no horizonte:
A esperança vence o sofrimento.
Doze de novembro — dia eterno,
Gravado na alma de um povo valente.
Pela: Fabiola da Gama Soares
Classe 12.º ano CT-A