
Mãe…
Hoje o silêncio sussurra o teu nome,
E o vento passa devagar,
Como se também sentisse a tua falta.
Já não ouço a tua voz a chamar por mim,
Mas ela ecoa, viva,
No lugar mais profundo do meu coração.
Lembro-me do teu sorriso,
Suave como a luz da manhã,
E do teu abraço —
Que parecia proteger todo o meu mundo.
Tu eras casa, eras luz,
Eras o caminho quando eu me perdia.
Mesmo que o tempo tenha levado o teu corpo,
O teu amor ficou em mim,
Presente em cada sonho
Que ainda desejo alcançar.
Sinto saudade… tanta saudade,
Mas também uma imensa gratidão,
Porque tive o privilégio de ser teu filho/filha,
E de aprender contigo
O verdadeiro significado de amar.
Mãe…
Mesmo longe dos meus olhos,
Estás sempre perto do meu coração.
Viverás para sempre em mim,
Com um amor que nem o tempo pode apagar.
Pela: Sandra Aci Silva Pereira
Classe 12.º ano CT-A